Programas e Projetos

PROGRAMAS E PROJETOS DÃO VISIBILIDADE À FAPEPI E GERAM GRANDE DESENVOLVIMENTO PARA O PIAUÍ

 

O primeiro projeto articulado na época de sua estruturação, em 1996, foi o de criação do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia, do convênio celebrado entre FAPEPI, Ministério da Educação (MEC/CAPES/SEMTEC) para financiamento de projetos de treinamento de professores do 2° grau de escolas públicas e privadas. Logo outra ação inicial foi a proposta de implementação do projeto da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) no Estado, por meio do Ponto de Presença (POP/PI), visando integrar através de rede de internet instituições de ensino e pesquisa. 

Outros programas foram implementados pela FAPEPI em parceria com órgãos federais, como o ProCiência - que era um programa do MEC, voltado para promover a especialização e aperfeiçoamento de professores de ensino médio, e o PROSSIGA, cujo objetivo era promover a criação e o uso de serviços de informação na Internet voltados para as áreas prioritárias do Ministério da Ciência e Tecnologia, assim como estimular o uso de veículos eletrônicos de comunicação pelas comunidades dessas áreas.

Já a partir de 2003, outros programas passaram a ser implantados e muitos estão praticamente consolidados até os dias atuais, como o PP-SUS, PBIC-Jr, PPP, Fluxo Contínuo, DCR, Programa de Bolsas de Mestrado e Doutorado, Programa de Auxílios para publicação de livros, para Organização e participação de eventos científicos e o PRONEX, implantado em 2011. Fora estes, a FAPEPI firmou várias parcerias com órgãos federais, especialmente a FINEP, e com órgãos estaduais para implementação de projetos estruturantes que vêm gerando desenvolvimento para o Estado do Piauí, entre eles o GERATEC, que até 2012 estará em execução, tendo como objetivo fortalecer a cadeia produtiva do babaçu, além de projetos na área de agronegócios, em parceria com a Embrapa Meio Norte.

Após mais de dois anos em busca da implantação da REDECOMEP, em novembro de 2011, a FAPEPI efetivou o projeto, que visa implementar redes de alta velocidade nas regiões metropolitanas do país servidas pelos pontos de presença da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa ? RNP. O modelo adotado baseia-se na formação de consórcios entre as instituições participantes, de forma a assegurar sua auto-sustentação após a implementação de uma infra-estrutura de fibras ópticas próprias voltadas para as instituição de pesquisa e educação superior. Além disso, em outubro de 2011, a FAPEPI conquistou junto a RNP a entrega da nova capacidade da Rede Ipê, infraestrutura de rede Internet voltada para a comunidade brasileira de ensino e pesquisa, passando a Fundação a oferecer uma capacidade cerca de 900% maior que a atual, que era de 34Mbps (Megabits por segundo) para 3Gbps (Gigabits por segundo).